Auditoria de Aquisição
Auditamos a estrutura inteira que sustenta o seu investimento em mídia e devolvemos, em 14 dias, o playbook de execução com prioridades de 90 dias. Você passa a saber quanto cada real virou venda.
Não falta verba. Falta estrutura.
O anúncio é a parte visível. O que decide o resultado é o que existe atrás dele: o rastreamento, o desenho do funil, o critério de qualificação e a passagem para o comercial. Quando essa camada não existe, mais verba só acelera o desperdício.
Você sabe quanto gastou e quantos leads entraram. Não sabe quanto cada real virou proposta, venda e margem, por canal e por campanha.
A entrada existe, o registro não. Ninguém consegue dizer em que etapa o lead morreu, nem quantos foram descartados sem contato.
Cada fornecedor aponta uma causa diferente. Sem auditoria dos dados reais, a decisão de verba vira aposta de reunião.
Os números do exemplo são ilustrativos. Na auditoria, cada linha vem da sua operação, com o volume e o valor perdidos em cada ponto. É esse mapa que decide a ordem das correções.
A auditoria não é para todo mundo.
Ela pressupõe operação em funcionamento e dado para auditar. Sem histórico de mídia e sem time comercial, não há estrutura a diagnosticar, há estrutura a construir.
- Fatura a partir de R$ 100 mil por mês.
- Investe em mídia hoje, ou vai começar com verba relevante.
- Tem time comercial próprio recebendo as oportunidades.
- Quer entender a estrutura antes de trocar de fornecedor.
- Decide orçamento: CEO, diretor comercial ou head de marketing.
- Nunca investiu em mídia e não tem histórico para auditar.
- Procura execução de campanha por mês, não diagnóstico.
- Não tem quem receba e trabalhe a oportunidade gerada.
- Não pretende implementar nada do que for recomendado.
- Não é a pessoa que aprova orçamento na empresa.
Cinco camadas, uma de cada vez.
A auditoria abre a operação em camadas e cruza o que cada uma diz. É onde aparecem as contradições entre o que a mídia reporta, o que o site registra e o que o comercial vive.
Arquitetura de contas, segmentação, orçamento por objetivo, sobreposição de públicos, histórico de testes e criativos. O que está pagando por demanda que já era sua.
Eventos, conversões, integridade da medição e consistência entre plataforma, site e base comercial. Sem isso, todo número seguinte é ficção.
Quem compra, com qual dor, em qual prazo, e se existe um caminho desenhado para cada perfil. Um funil único para públicos diferentes é o erro mais caro que encontramos.
Custo real por lead, por oportunidade qualificada, por proposta e por venda. Por canal e por campanha. É aqui que a conversa deixa de ser sobre CPL.
O que acontece no minuto seguinte à entrada do lead: tempo de resposta, critério de qualificação, registro, cadência e motivo de perda. A maior perda de receita mora nesta camada.
Diagnóstico é metade. A outra metade é o plano.
Auditoria que termina em relatório não muda nada. A entrega é um playbook executável, com ordem, responsável e semana.
- Mapa de perdas do funil
- Auditoria das cinco camadas
- Arquitetura recomendada
- Plano operacional por semana
- Prioridades de 90 dias
- Roteiro de painel de receita
A arquitetura recomendada de aquisição: canais, funis por perfil, oferta por etapa e critério de qualificação. O documento de decisão.
O playbook quebrado em tarefas, por semana, com responsável e ordem de execução. Serve como cronograma do seu time.
O que corrigir primeiro, o que corrigir depois e o que deliberadamente não fazer agora. Sequência importa mais que quantidade.
Quais indicadores acompanhar, com qual periodicidade e em qual leitura. É o painel executivo que a operação passa a olhar toda semana.
Onde a receita vaza hoje, etapa por etapa, com o volume estimado em cada ponto de perda.
Uma sessão de leitura do material com quem decide, para que a implementação não dependa de repasse por e-mail.
Prazo fechado, escopo fechado.
Duas semanas do acesso à sessão de entrega. A única dependência do seu lado é liberar leitura das contas e uma hora de conversa com o comercial.
Liberação de leitura das contas de mídia, do rastreamento e da base comercial. Uma sessão de contexto com marketing e vendas na mesma sala.
Análise de campanhas, dados, funis, custo por etapa e passagem comercial. Cruzamento entre o que cada fonte reporta.
Arquitetura recomendada, plano operacional por semana, prioridades de 90 dias e roteiro de painel.
Apresentação do diagnóstico e do plano para quem decide, com espaço para contestar cada recomendação.
Você aprova o playbook, ou não paga por ele.
A entrega acontece em sessão, com o material aberto na frente de quem decide. Se o diagnóstico não sustentar as recomendações, ou se o plano não for executável na sua operação, o investimento volta integral.
Pagamento único. Sem recorrência.
A auditoria é um produto fechado, não a porta de um contrato mensal obrigatório. Você pode executar o playbook com o seu time, com o seu fornecedor atual, ou com a Bright.
Volume de mídia sob análise, número de funis e número de unidades de negócio auditadas.
Verba de mídia, licenças de ferramenta e execução. A auditoria diagnostica e planeja, não opera.
O valor da auditoria é abatido no setup da operação, caso a implementação vire contrato nos 60 dias seguintes.
Auditar é diagnóstico. Operar é outra decisão.
O que perguntam antes de contratar.
Antes da proposta, a triagem.
Nove respostas dizem se a auditoria faz sentido para a sua operação agora. Se não fizer, dizemos isso na primeira conversa e indicamos o caminho mais curto.